Hemodiálise: Análise da qualidade de vida de indivíduos renais crônicos

Resumo

A doença renal crônica tem alta morbimortalidade e gera grande impacto no cotidiano e na qualidade de vida dos pacientes. Objetivou avaliar a qualidade de vida de portadores de doença renal crônica, em hemodiálise. Estudo transversal analítico com abordagem quantitativa, realizado em clínica de hemodiálise, em Porangatu/GO, com 102 pacientes, em tratamento hemodialítico, utilizando o instrumento KDQOL-SF e questionário socioeconômico-demográfico. Nas dimensões genéricas, o maior escore foi o bem-estar emocional, com média de 68,51 (72,12 para homens e 61,6 para mulheres). Outros escores significativos foram: função social (63,73) e energia e fadiga (61,18). Os menores escores foram: função física (12,99) e função emocional (20,59). Nas dimensões específicas do KDQOL-SF, os maiores escores foram: estímulo por parte da equipe de diálise (95,96) e satisfação do paciente (90,36). Os menores escores foram: papel profissional (7,35) e sobrecarga da doença renal (37,56). Foi avaliada a qualidade de vida de pessoas com doença renal crônica e foram identificados fatores determinantes para a melhora ou a piora do quadro clínico, possibilitando subsídios na implementação de novas estratégias eficientes no ensino, na prática e estudos relacionados à pessoa com doença renal crônica, em hemodiálise, visando melhoria das suas condições de vida.

Biografia do Autor

Pollyanna Silva, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Goiânia, Goiás, Brasil

Possui graduação em Enfermagem pela Fundação UNIRG - (2007), Gurupi/TO. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem; Pós Graduada em Enfermagem do Trabalho, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, CEEN., Goiânia. Outubro, 2010; Pós Graduada em Docência do Ensino Superior, pela Faculdade Mario Schenberg. Agosto, 2011; Pós Graduada em Epidemiologia, pelo Instituto de Patologia Tropical e de Saúde Pública – UFG. Setembro, 2012; Pós Graduada em Unidade de Terapia Intensiva - Pontifícia Universidade Católica de Goiás, CEEN. Goiânia. Novembro, 2015. Instrutora Horista nos cursos técnicos em Enfermagem e Segurança do Trabalho - SENAC, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, Porangatu/GO, 2013 até janeiro de 2019. Professora no curso de bacharel em Enfermagem, Fisioterapia e Psicologia - Unibras do Norte Goiano, Porangatu/GO, 2013 até a presente data; Coordenadora do curso de bacharel em Enfermagem e Fisioterapia -Unibras do Norte Goiano, Porangatu/GO, Março 2012 até a presente data; Mestra em Ciências Ambientais e Saúde, PUC/GO. Março de 2020.

Jacqueline Andréia Bernardes Leão-Cordeiro, Faculdade de Enfermagem (FEN), Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, Goiás, Brasil.

Possui graduação em Enfermagem pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), especialização em Nefrologia e Unidade de Terapia Intensiva, ambas pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Possui mestrado e doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Atualmente, é docente da Universidade Federal de Goiás (UFG/FEN), com as disciplinas de Atendimento Pré Hospitalar e Terapia Intensiva. Consultora da Revista Eletrônica de Enfermagem (ISSN: 1518-1944). Docente da residência multiprofissional do Hospital das Clínicas de Goiânia/GO e da Pós-Graduação Latu Sensu nos cursos de Nefrologia, Urgência e Emergência e Terapia Intensiva. Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu da Faculdade de Enfermagem da UFG. Atuou como Diretora Técnica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia/GO (2015-2017). Atuou na área técnica junto à coordenação de urgência da SMS-Goiânia. Atua como pesquisadora nos temas relacionados às áreas de Terapia Intensiva; Urgência e Emergência e Nefrologia. Coordenadora do Grupo Tutorial do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET) Interprofissional do Ministério da Saúde. Membro da Rede Brasileira de Letramento em Saúde (REBRALS). Integrante do Núcleo Estudos em Paradigmas Assistenciais e Qualidade de Vida (NEPAQ). Coordenadora do Núcleo Socorrer ou Só Correr. Coordenadora da Liga (LUTE) Liga de Urgência, Trauma e Emergência. 

Rogério José de Almeida, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Goiânia, Goiás, Brasil

Possui Graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás, Mestrado em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás, Doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília e, atualmente, Pós-Doutorando em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Goiás. Professor Adjunto do Curso de Medicina da PUC Goiás e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Saúde - PPGCAS da PUC Goiás. Coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa - CEP/PUC Goiás. Professor Adjunto e Coordenador de Pesquisa e Extensão da Faculdade da Política Militar - FPM. Autor do livro Gastroplastia e a Reconstrução da Identidade e organizador do livro Goiás e a (Pós) Modernidade: Dimensões e Reflexões. Tem experiência na área de Sociologia, Antropologia e Metodologias Ativas, com ênfase em Sociologia da Cultura, Sociologia da Medicina, Sociologia da Saúde e do Corpo e Saúde Coletiva, atuando principalmente na linha de pesquisa Sociedade, Ambiente e Saúde e com temas que fazem interseções entre as Ciências Sociais e os processos saúde-doença.

Antonio Marcio Teodoro Cordeiro Silva, Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Doutor. Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais e Saúde (MCAS), Curso de Medicina (MED), Escola de Ciências Médicas, Farmacêuticas e Biomédicas (EMFB), Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Goiânia, Goiás, Brasil.

Publicado
2021-07-05
Seção
Artigos