ANÁLISE DA MUTAÇÃO BRAF E SEU PAPEL NO CURSO CLÍNICO DO MELANOMA EXTENSIVO SUPERFICIAL: UMA REVISÃO INTEGRATIVA.
Resumo
O melanoma cutâneo é uma neoplasia maligna derivada dos melanócitos, destacando-se por sua alta letalidade em comparação aos demais cânceres de pele. Nesse contexto, o melanoma extensivo superficial (SSM) caracteriza-se como o subtipo responsável pela maioria dos diagnósticos. A mutação BRAF V600E apresentou alta relevância na evolução e no prognóstico do SSM, devido à sua participação na ativação da via MAPK/ERK, contribuindo para a proliferação celular desregulada e o avanço tumoral. Este trabalho teve como objetivo revisar a literatura científica dos últimos cinco anos, a fim de aprofundar a compreensão sobre o perfil molecular envolvido na evolução do melanoma, com ênfase na relação da mutação BRAF V600E e suas implicações prognósticas e terapêuticas. A metodologia consistiu em uma revisão bibliográfica nas bases de dados PubMed, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e SciELO. Os resultados evidenciaram o papel da mutação BRAF como biomarcador e sua associação à maior agressividade tumoral, potencial metastático e impacto nas respostas às terapias-alvo, além de destacarem os desafios e limitações desse marcador, reforçando a importância da identificação do perfil molecular para a personalização do tratamento do melanoma.
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